O que é um CanSat: anatomia e funcionamento
Satélite do tamanho de uma lata: 66 mm, 350 g e cinco subsistemas que têm de caber, comunicar e sobreviver ao impacto.
Como se projeta, constrói e lança um satélite do tamanho de uma lata: eletrónica, sensores, telemetria, descida e regulamentação - explicado de forma técnica e direta.

Satélite do tamanho de uma lata: 66 mm, 350 g e cinco subsistemas que têm de caber, comunicar e sobreviver ao impacto.
Pressão, temperatura, inércia e GPS: o que cada sensor entrega, onde falha e como caber tudo num quadro de telemetria de 60 bytes.
Da célula ao regulador: como calcular energia, escolher bateria e manter a eletrónica estável durante a descida e o impacto.
PLA, PETG ou nylon: o que muda na prática, como orientar as camadas e quanto custa em massa proteger a eletrónica de um embate real a 10 m/s.
Do critério de sucesso ao relatório final: a sequência de nove passos, o cronograma de 16 semanas e os riscos que derrubam missões.
Dipolo ou Yagi, LoRa ou FSK: como montar uma estação de terra que aguenta 2 a 5 km, regista tudo e encontra o CanSat no solo.
Satélite do tamanho de uma lata: 66 mm, 350 g e cinco subsistemas que têm de caber, comunicar e sobreviver ao impacto.
Pressão, temperatura, inércia e GPS: o que cada sensor entrega, onde falha e como caber tudo num quadro de telemetria de 60 bytes.
Da célula ao regulador: como calcular energia, escolher bateria e manter a eletrónica estável durante a descida e o impacto.
Do critério de sucesso ao relatório final: a sequência de nove passos, o cronograma de 16 semanas e os riscos que derrubam missões.
Dipolo ou Yagi, LoRa ou FSK: como montar uma estação de terra que aguenta 2 a 5 km, regista tudo e encontra o CanSat no solo.
Do CSV bruto ao gráfico final: sincronizar relógios, filtrar ruído, converter pressão em altitude e documentar cada passo.
Três veículos, três perfis de voo: aceleração, janela de telemetria, deriva e recuperação mudam o projeto mecânico e a eletrónica.
Da equação do arrasto ao ensaio de queda: área, coeficiente, abertura em duas fases e um plano de recuperação que funciona no terreno.
Três zonas, distâncias por veículo, lista verificada em voz alta e critérios claros para abortar: segurança como procedimento, não como instinto.
Massa, telemetria e critérios de mérito: leitura prática do regulamento de uma edição CanSat e dos erros que custam pontos na avaliação.
Escolher banda, potência e regime legal antes de comprar rádio: o enquadramento ANACOM, as bandas usuais e as verificações que evitam surpresas.
Onde os 300 g desaparecem, como recuperar margem de massa e que verificações fazer antes da pesagem oficial de um CanSat.
Massa, volume e energia mudam de regime, mas a diferença decisiva é o processo: qualificação, rastreabilidade e gestão de interfaces.
Quem emprega, o que o mercado pede e como um CanSat bem documentado abre a primeira porta numa carreira aeroespacial em Portugal.
Da adesão em 2000 ao retorno industrial: programas da ESA, dados Copernicus e o caminho de uma equipa pequena até ao primeiro contrato.